Na última semana, Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, conversou por telefone com Nicolás Maduro, o presidente da Venezuela. Durante a conversa, os dois discutiram a possibilidade de uma reunião, mas até agora, nenhum encontro foi agendado. Este diálogo ocorre em um contexto de crescente pressão militar da administração americana sobre o governo venezuelano.
A conversa entre Trump e Maduro reflete a complexidade das relações entre os dois países, que têm sido marcadas por tensões e desavenças políticas. Apesar da aparente abertura para diálogo, a pressão militar dos Estados Unidos sobre a Venezuela continua a ser uma estratégia central, o que pode dificultar qualquer aproximação futura. A administração americana busca, assim, reafirmar sua posição diante da crise política e econômica que afeta a Venezuela.
O desdobramento dessa conversa pode ter implicações significativas para as relações internacionais na América Latina. A possibilidade de um encontro entre Trump e Maduro, mesmo que remota, sinaliza uma mudança potencial na dinâmica de diálogo, mas a pressão militar em curso indica que as tensões ainda são altas. O futuro da relação entre os dois líderes e seus respectivos países permanece incerto.

