CME enfrenta longa interrupção e afeta mercados futuros globais

Sofia Castro
Tempo: 1 min.

Na última sexta-feira, 28 de novembro, a CME Group, maior operadora de bolsa do mundo, enfrentou uma interrupção técnica que durou mais de 11 horas, impactando a negociação de diversos ativos financeiros em Chicago. A falha, atribuída a problemas de resfriamento em seus data centers, afetou a negociação de futuros de petróleo, moedas e outros produtos, criando incertezas no mercado global.

Os volumes de negociação já estavam reduzidos devido ao feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, e a interrupção gerou preocupação entre os investidores sobre a volatilidade futura. Especialistas destacaram que essa situação é um lembrete da interconexão dos mercados e da importância de uma infraestrutura robusta para a operação contínua dos serviços financeiros.

Embora a CME tenha conseguido retomar as operações, o incidente levantou questões sobre a confiabilidade da plataforma e suas implicações para o mercado. A interrupção ocorreu mais de uma década após um colapso semelhante, evidenciando a necessidade de melhorias na tecnologia e na gestão de riscos operacionais para prevenir problemas futuros.

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