Entre agosto e outubro de 2025, o Brasil registrou uma taxa de desemprego de 5,4%, o menor nível desde 2012, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa redução de 0,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior ocorreu mesmo com as tarifas impostas pelos Estados Unidos, que afetaram a economia brasileira desde agosto. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vê esse resultado como um reflexo positivo para suas políticas econômicas.
O impacto das tarifas americanas, que chegaram a 50% sobre diversos produtos brasileiros, gerou preocupações econômicas. No entanto, Washington anunciou isenções para itens importantes, como carne bovina e café, setores em que o Brasil é líder mundial. Apesar da redução no número de desempregados, que alcançou menos de seis milhões, a taxa de informalidade no trabalho permanece alta, atingindo 37,8% da população empregada.
A economia brasileira cresceu 3,4% no ano anterior, o que pode ter contribuído para a queda na taxa de desemprego. A continuidade desse crescimento econômico e a gestão das relações comerciais com os Estados Unidos são cruciais para a estabilidade do mercado de trabalho. A situação atual evidencia tanto avanços quanto desafios persistentes na economia brasileira, destacando a necessidade de políticas que abordem a informalidade.

