A taxa de desemprego no Brasil atingiu 5,4% no trimestre encerrado em outubro de 2025, o menor índice desde o início da série histórica em 2012. Este resultado representa uma queda em relação ao trimestre anterior, quando estava em 5,6%, e reflete uma melhora significativa em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando a taxa era de 6,2%. O número de ocupados no setor privado também atingiu um recorde histórico, somando 52,7 milhões de trabalhadores.
A taxa de subutilização, que inclui trabalhadores que buscam emprego ou que estão subempregados, ficou em 13,9%, o menor nível já registrado. O contingente de trabalhadores informais se manteve estável, mas a massa de rendimento alcançou R$ 357,3 bilhões, destacando uma melhoria na renda média real, que atingiu R$ 3.528. Esses dados indicam uma recuperação contínua no mercado de trabalho brasileiro, refletindo avanços em alguns setores, como Construção e Administração Pública.
Com a redução do desemprego e aumento na renda média, as perspectivas para a economia brasileira parecem promissoras. O crescimento no número de trabalhadores formais e a diminuição da informalidade podem contribuir para um cenário mais favorável nos próximos anos. Esses indicadores não apenas melhoram a qualidade de vida da população, mas também podem impactar positivamente a economia em um contexto de busca por estabilidade e crescimento sustentado.

