Especialistas ensinam a montar reserva de emergência sem comprometer orçamento

Bruno de Oliveira
Tempo: 1 min.

No final do ano, muitos se veem diante da necessidade de organizar suas finanças, especialmente com a chegada do décimo terceiro salário e despesas de início de ano. A planejadora financeira Fernanda Melo aconselha que, ao invés de esperar o momento ideal, é preferível começar a montar a reserva de emergência com o que se tem disponível, o que pode aliviar o estresse financeiro.

Melo destaca a importância de definir o tamanho da reserva com base nas necessidades pessoais, considerando fatores como a renda e despesas mensais. Para autônomos, recomenda-se uma reserva de seis a doze meses, enquanto para trabalhadores com carteira assinada, três a seis meses podem ser suficientes. Além disso, ela enfatiza que a criação de hábitos financeiros, como a automação de poupança, facilita a construção desse colchão de segurança.

Por fim, a especialista sugere que a revisão periódica da reserva é fundamental, especialmente em momentos de mudança na vida, como a chegada de um filho ou troca de emprego. Nomear a reserva pode ajudar a manter o foco no objetivo de proteção financeira, reforçando a ideia de que esse dinheiro deve ser utilizado para imprevistos, e não para investimentos de alto risco.

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