O governo brasileiro está avaliando suas opções após o Congresso Nacional derrubar 52 dos 63 vetos do presidente Lula em relação ao ‘PL da Devastação’, que introduziu novas regras para o licenciamento ambiental. A votação ocorreu no dia 27 de novembro de 2025 e expôs a crise de relacionamento entre o Executivo e o Legislativo, com a participação de líderes como Hugo Motta e Davi Alcolumbre, que têm se oposto às diretrizes do governo.
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, destacou a necessidade de diálogo com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e com a Casa Civil para encontrar soluções. A possibilidade de levar a questão ao Supremo Tribunal Federal (STF) foi mencionada, indicando que o governo está considerando ações judiciais para reverter as decisões do Congresso, o que poderia ter implicações significativas para a política ambiental do país.
As repercussões dessa derrota no Congresso podem afetar não apenas a credibilidade do governo, mas também a implementação de políticas ambientais essenciais em meio a um debate nacional crescente sobre sustentabilidade. O desdobramento dessa situação pode moldar a relação entre os poderes Executivo e Legislativo e influenciar futuras legislações sobre questões ambientais no Brasil.

