Na quinta-feira, 27 de novembro, o presidente Donald Trump confirmou a morte de Sarah Beckstrom, uma guarda nacional de 20 anos, após um ataque a tiros próximo à Casa Branca. O incidente, que ocorreu no dia anterior, deixou outro membro da Guarda Nacional em estado crítico e gerou uma investigação do FBI por terrorismo. Este evento chocou o país, especialmente em um feriado tradicional de Ação de Graças, quando muitos se reúnem em família.
O ataque foi realizado por um homem armado identificado como Rahmanullah Lakanwal, um afegão que havia colaborado com as forças americanas durante a guerra no Afeganistão. Lakanwal, que chegou aos Estados Unidos em 2021, disparou contra os guardas nacionais em uma emboscada. Em resposta, o governo anunciou uma revisão do status de imigração para cidadãos de 19 países, levantando preocupações sobre o impacto de tal medida nas políticas de imigração americana.
As autoridades continuam a investigar o ataque, enquanto Trump enfatizou a necessidade de reforçar a segurança nacional. Com a mobilização de mais tropas em Washington, o incidente traz à tona debates sobre o uso militar em situações civis e as políticas de imigração do país. A situação permanece tensa, e a implicação para a comunidade afegã nos Estados Unidos pode ser significativa, conforme as autoridades avaliam as repercussões do ato violento.

