Catarina Kasten, de 31 anos, foi encontrada morta na manhã de 21 de novembro em uma trilha que leva à Praia do Matadeiro, em Florianópolis. A professora de inglês se dirigia a uma aula de natação quando foi abordada por um jovem de 21 anos, que confessou o crime e estava sob efeito de drogas. O marido da vítima afirmou que ela tinha um problema no joelho que a impedia de correr, o que pode ter dificultado uma tentativa de fuga.
O corpo de Catarina apresentava sinais de violência, incluindo marcas de estrangulamento e espancamento. Laudos periciais indicaram que a causa da morte foi asfixia, e o suspeito, identificado por câmeras de segurança, foi preso em flagrante. A investigação inicial revelou que o suspeito havia sido investigado anteriormente por violência sexual, e o caso será reaberto para verificar a conexão com este assassinato.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde Catarina estudava, emitiu uma nota de pesar e repúdio à violência contra mulheres. O caso está sendo tratado pela Delegacia de Homicídios e pela Promotoria de Justiça, que qualificou o crime como feminicídio. A comunidade local e acadêmica se mobiliza para exigir justiça, enquanto o marido da vítima lamenta os planos interrompidos que tinham para o futuro.

