A revista Forbes analisa como a expansão da liquidez global após a crise do subprime impactou o custo de vida. Desde a bolha imobiliária de 2008, o Federal Reserve implementou intervenções financeiras que elevaram a base monetária dos EUA a níveis recordes. Esse aumento gerou uma inflação de ativos que agora se reflete em dificuldades para a aquisição de propriedades e na extinção de moedas de menor valor.
A análise mostra que, embora os preços de bens tenham permanecido estáveis por um período, a realidade é que a inflação afetou o acesso a imóveis. Nos Estados Unidos, a idade média de compra do primeiro imóvel subiu para 40 anos, evidenciando a crescente dificuldade para novos compradores. Além disso, essa tendência é observada em várias economias europeias, levando a discussões sobre políticas públicas para mitigar os efeitos da inflação.
Por fim, a Forbes alerta que essa inflação invisível é um imposto severo, afetando desproporcionalmente as camadas menos favorecidas da sociedade. A extinção de moedas de baixo valor e a crise no acesso a bens essenciais são sintomas de um problema mais profundo. A conscientização e a educação financeira são fundamentais para que a população possa exigir maior responsabilidade fiscal dos governos e enfrentar esses desafios.

