Moraes determina prisão preventiva de Bolsonaro após convocação de vigília

Rafael Barbosa
Tempo: 2 min.

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso preventivamente por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em resposta a uma vigília convocada nas proximidades de sua residência, onde ele cumpre prisão domiciliar. A prisão ocorreu no dia 22 de novembro de 2025, com a justificativa de que a reunião poderia causar tumulto e facilitar uma eventual fuga do réu.

Na mesma decisão, Moraes determinou que uma audiência de custódia seja realizada no dia 23 de novembro, por videoconferência, na Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal. O ministro também impôs que todas as visitas a Bolsonaro sejam previamente autorizadas pelo STF, exceto as de sua equipe médica e advogados, ressaltando a necessidade de controle sobre as interações do ex-presidente, que está sob vigilância devido a condenações anteriores.

Além disso, o documento menciona que informações sobre a fuga de um condenado na mesma ação penal, que teria se evadido para Miami, reforçam a preocupação com a segurança em torno de Bolsonaro. Com penas que podem ser executadas nas próximas semanas, a situação do ex-presidente se torna cada vez mais delicada, enquanto a defesa busca alternativas para garantir seus direitos durante o cumprimento da pena.

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