A Organização Mundial da Saúde (OMS) está prestes a implementar cortes significativos em sua força de trabalho, prevendo a eliminação de 2.371 postos até junho de 2026. Essa redução representa quase um quarto de sua equipe de 9.401 colaboradores e poderá afetar a capacidade da organização em responder a surtos de doenças. Especialistas alertam que tais demissões deixarão o mundo ‘menos saudável e menos seguro’.
Os cortes orçamentários, intensificados pela saída dos Estados Unidos da OMS em janeiro de 2025, estão forçando a organização a reavaliar suas operações. Com a redução no número de funcionários, a OMS poderá enfrentar grandes desafios para manter sua missão de promover a saúde global e proteger comunidades em situações de emergência. O impacto será mais acentuado em regiões já vulneráveis a crises sanitárias, que dependem do suporte da organização.
As consequências desses cortes podem ser abrangentes, prejudicando a eficácia da OMS em situações de emergência e na prevenção de surtos. Especialistas ressaltam que a diminuição de recursos humanos comprometerá as ações de contenção e resposta, levantando sérias preocupações sobre a saúde pública mundial. O cenário atual destaca a importância de um fortalecimento das instituições de saúde global em meio a crises crescentes.

