Para a edição de 2026, a Série A do Brasileirão poderá contar com um aumento significativo no número de clubes que adotam gramados sintéticos, passando de três para seis. Entre os times que já utilizam essa tecnologia estão o Palmeiras, o Botafogo e o Atlético-MG. Além disso, a Chapecoense e o Athletico-PR, que estão entre os primeiros da Série B, também podem se juntar a essa lista, dependendo do seu desempenho na competição.
O uso de gramados sintéticos tem gerado debates no mundo do futebol, com defensores apontando benefícios como a durabilidade e a redução de custos de manutenção. Por outro lado, críticos levantam questões sobre a qualidade do jogo e a saúde dos jogadores. O Vasco da Gama, que está em negociação para jogar no Estádio Nilton Santos, também poderia se tornar um novo adepto dessa tendência, trazendo ainda mais visibilidade ao tema.
Com a possível adesão de mais clubes aos gramados sintéticos, a discussão sobre o impacto dessa tecnologia no futebol brasileiro tende a se intensificar. A mudança não só alteraria a paisagem dos estádios, mas também poderia influenciar a forma como as partidas são disputadas, suscitando novas análises sobre o jogo. Assim, o cenário do futebol nacional pode passar por uma transformação significativa nos próximos anos.

