O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, expressou preocupações sobre a proposta de taxação das grandes fortunas no Brasil, destacando a alta carga tributária que já pesa sobre a população. Ele argumenta que, em vez de aumentar impostos sobre os ricos, o governo deveria focar na redução de despesas públicas, especialmente em um momento em que as finanças do país estão em crise. Essa discussão surge em meio a uma proposta do Supremo Tribunal Federal que exige a criação do Imposto sobre Grandes Fortunas.
Mabel, que vem de uma família abastada e tem laços com a elite econômica, aponta que a imposição de novas taxas pode levar os super-ricos a buscar refúgio fora do Brasil, como já ocorreu anteriormente na história do país. Ele critica a demagogia que cerca a política fiscal, sugerindo que a solução para os problemas financeiros do governo não está em aumentar a carga tributária, mas em gerenciar melhor os gastos públicos. O prefeito menciona que, mesmo com lucros significativos de estatais, como a Petrobras, o governo continua a expandir a máquina pública sem considerar a eficiência.
A discussão sobre a taxação dos ricos e a gestão fiscal coloca em evidência a necessidade de um debate mais profundo sobre como incentivar o crescimento econômico sem penalizar aqueles que geram riqueza. Com as eleições se aproximando, esse tema pode se tornar central nas campanhas políticas, influenciando a percepção pública sobre a justiça fiscal e a responsabilidade governamental. Será crucial para o futuro econômico do Brasil encontrar um equilíbrio entre a arrecadação e o incentivo ao crescimento.

