Recentemente, uma publicação no Instagram provocou um intenso debate sobre práticas de saúde pseudocientíficas, como a homeopatia e a ozonioterapia. Os comentários dos usuários foram analisados e categorizados, revelando uma diversidade de reações que, apesar das aparências, se agrupavam em cinco argumentos principais. Essa discussão expôs a resistência à crítica, gerando um ciclo de defesa de crenças sem base científica.
Os argumentos identificados incluíam críticas à indústria farmacêutica, apelos a experiências pessoais e uma desvalorização do método científico. Muitos dos comentários tentavam desviar a crítica, colocando a indústria de medicamentos como vilã, enquanto defendiam a eficácia de práticas consideradas alternativas. Essa situação evidencia a persistência de erros lógicos que dificultam um diálogo produtivo sobre a importância da evidência científica nas intervenções de saúde.
O fenômeno observado sugere que a pseudociência se sustenta em um sistema de crenças que não aceita contrariedades. O desafio é aplicar o mesmo rigor crítico às práticas alternativas que se exige da medicina convencional. A discussão enfatiza a necessidade de um debate fundamentado em evidências, essencial para a proteção da saúde pública.

