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Vaticano remove afresco de anjo que se parecia com Giorgia Meloni

Laura Ferreira
Tempo: 1 min.

O Vaticano determinou a remoção de um afresco na Basílica de São Lourenço em Lucina, em Roma, cuja imagem de um anjo tinha uma notável semelhança com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni. A decisão, tomada em 4 de fevereiro de 2026, encerra um episódio embaraçoso que atraiu críticas e gerou desconforto à Santa Sé. A remoção foi realizada durante a noite, deixando a figura angelical sem cabeça e sem a representação original.

O afresco, que fazia parte de uma restauração recente, tornou-se alvo de polêmica após a divulgação de sua nova aparência, que muitos consideraram inapropriada. A situação despertou reações tanto na Itália quanto internacionalmente, levantando questões sobre a adequação das intervenções artísticas em contextos históricos. Além de gerar discussões sobre o papel da arte na religião, o incidente também destacou a fragilidade da imagem pública de líderes políticos.

Com a remoção do afresco, o Vaticano tenta mitigar os danos à sua reputação e evitar futuras controvérsias. A restauração da obra, que deveria ser um símbolo de beleza e espiritualidade, acabou se transformando em um desafio de comunicação para as autoridades eclesiásticas. Este episódio poderá influenciar futuras decisões sobre restaurações artísticas em locais de importância religiosa.

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