Trump acusa Michael Wolff de conspiração em caso Epstein nos EUA

Sofia Castro
Tempo: 2 min.

Na segunda-feira, 2 de fevereiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez acusações contundentes contra o escritor Michael Wolff, alegando que ele conspirou junto ao ex-financista Jeffrey Epstein para prejudicá-lo politicamente. Em uma postagem na plataforma Truth Social, Trump descreveu Wolff como um “canalha” e negou qualquer vínculo pessoal com Epstein, que faleceu em 2019 enquanto estava sob custódia. Essa declaração surge após a divulgação de milhões de documentos pelo Departamento de Justiça relacionados às investigações sobre Epstein e suas atividades ilícitas.

As novas informações revelam que Michael Wolff foi mencionado nas investigações por ter trocado e-mails com Epstein, onde discutiam assuntos relacionados a Trump. Documentos recentes, que foram publicados, incluem uma mensagem em que Epstein sugere que o republicano estava ciente das ações do ex-financista envolvendo menores. Essas revelações intensificam a pressão sobre Trump, que busca afastar qualquer ligação com o escândalo e defender sua imagem pública em meio a uma atmosfera política conturbada.

O desdobramento dessa controvérsia pode ter implicações significativas para Trump, especialmente com o cenário eleitoral se aproximando. A acusação de conspiração não apenas afeta a reputação de Wolff, mas também levanta questões sobre a credibilidade de Trump e sua relação com figuras controversas como Epstein. À medida que mais informações surgem, a situação promete se desenvolver de maneira complexa, influenciando tanto a política interna quanto a percepção pública do ex-presidente.

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