No último sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que aceitaria investimentos da China na indústria petrolífera da Venezuela, que busca reaquecer sua economia após a queda do governo de Nicolás Maduro. A Venezuela, detentora de algumas das maiores reservas de petróleo do mundo, recentemente aprovou reformas legais para abrir seu setor a investimentos privados e estrangeiros.
Trump também enfatizou que a China, que já era uma importante compradora de petróleo venezuelano, é bem-vinda para participar desse novo cenário econômico. Além disso, o presidente americano mencionou um acordo de cooperação energética entre a Venezuela e a Índia, que pretende comprar petróleo do país sul-americano, em vez de adquiri-lo do Irã. Essa dinâmica sugere uma mudança significativa nas relações comerciais da Venezuela no setor energético.
As declarações de Trump indicam uma tentativa de fortalecer os laços econômicos entre os Estados Unidos e a Venezuela, ao mesmo tempo que busca garantir uma parte dos lucros do petróleo. A abertura do setor pode trazer benefícios econômicos para a Venezuela, mas também levanta questões sobre a natureza das relações futuras entre Caracas, Pequim e Washington, especialmente considerando a complexidade da política internacional da região.

