Na tarde de segunda-feira, 2 de fevereiro, cinco indivíduos foram detidos em São Paulo, suspeitos de integrar um grupo que planejava um ataque com bombas caseiras na Avenida Paulista. A prisão ocorreu no Parque Trianon, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), onde um dos homens foi flagrado com materiais para a fabricação de coquetéis molotov, conforme informações da polícia.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, os detidos foram abordados durante uma operação de inteligência que monitorava comportamentos considerados suspeitos. Embora um dos indivíduos tenha sido preso em flagrante, os outros quatro, que portavam itens para uma manifestação, foram liberados após prestarem depoimento. As investigações indicam que o grupo possui uma rede maior, com mais de 12 suspeitos identificados, e que ações semelhantes estavam sendo planejadas no Rio de Janeiro.
A polícia prossegue com as investigações, que revelam a existência de uma rede nacional de mobilização para ações violentas, com mais de 7 mil participantes. A Secretaria da Segurança Pública destaca que o trabalho de antecipação é fundamental para evitar tais incidentes, e a comunidade virtual usada para organizar o ataque contava com quase 600 integrantes em São Paulo. O caso levanta preocupações sobre a segurança pública e a possibilidade de novos planos de ataque em andamento.

