Serco é acusada de remoção ‘mesquinha e vingativa’ de obras de arte em celas judiciais

Thiago Martins
Tempo: 1 min.

A empresa contratada pelo governo, Serco, enfrenta críticas após a remoção de murais motivacionais de celas judiciais na Inglaterra e no País de Gales. Os trabalhos, que tinham o intuito de melhorar o ambiente para os indivíduos detidos, foram considerados ‘muito acolhedores’ pela empresa. Essa decisão foi revelada em um relatório anual dos Observadores Independentes, que são membros do público responsáveis por monitorar as condições nas celas e o transporte de detidos.

O relatório, que se baseia em 759 visitas a suítes de custódia, expõe a indignação em torno da remoção das obras, projetadas para trazer cor e motivação a ambientes que geralmente são sombrios e opressivos. A decisão de retirar o material artístico foi criticada como ‘mesquinha e vingativa’, provocando preocupações sobre o bem-estar das pessoas que se encontram nessas situações.

A polêmica em torno da remoção das obras de arte destaca a importância de discutir as condições de custódia e o tratamento de indivíduos em situação vulnerável. O debate sobre a atuação de empresas contratadas pelo governo e seu impacto nas condições de detenção continua a ser relevante, com a necessidade de um olhar mais atento a essas políticas e práticas.

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