Serco é acusada de remoção ‘mesquinha e vingativa’ de murais de arte em celas de tribunais

Rodrigo Fonseca
Tempo: 1 min.

A empresa Serco, contratada pelo governo britânico, enfrenta críticas por sua decisão de remover murais motivacionais de celas de custódia nos tribunais da Inglaterra e País de Gales. Os murais, que apresentavam mensagens positivas, foram criados com o objetivo de melhorar as condições para pessoas detidas, que frequentemente se encontram em ambientes subterrâneos e desoladores.

A revelação sobre a remoção das obras de arte foi feita no relatório anual dos Observadores Leigos, um grupo independente que monitora as condições de custódia e escolta nos tribunais. O relatório inclui dados de 759 visitas a celas de custódia, totalizando quase 2.000 horas dedicadas à observação das condições enfrentadas pelos detidos.

A decisão da Serco de eliminar esses murais, considerados excessivamente acolhedores, gerou reações negativas e levanta questões sobre a abordagem da empresa em relação ao tratamento humano dos indivíduos sob custódia. A situação ressalta a importância de ambientes positivos e de apoio nas instalações judiciais.

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