Scott Bessent comenta sobre a escolha de Kevin Warsh e relações dos EUA com a América Latina

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, participou nesta terça-feira (10) de uma conferência organizada pelo BTG, onde discutiu o futuro de Kevin Warsh como presidente do Fed. Bessent enfatizou que a escolha de Warsh se deu pela sua mente aberta e vasta experiência em tecnologia e inteligência artificial. “Estive à frente do processo de entrevista e todos perguntavam o que estávamos buscando no novo líder do Fed. A resposta era alguém com uma mente aberta, e acredito que Kevin é essa pessoa”, afirmou Scott.

Durante a conferência, Bessent também abordou o tema dos investimentos estrangeiros, afirmando que o foco do governo americano é direcionar empresas a investirem diretamente, como parte das tarifas impostas por Donald Trump. Ele destacou que esse movimento visa aumentar a arrecadação tributária e promover um reequilíbrio econômico, com um olhar voltado para a reindustrialização e a indústria verde.

Ao discutir a América Latina, o secretário ressaltou a atenção que o governo dos EUA tem dado à região, mencionando que oportunidades de cooperação econômica foram negligenciadas no passado. Bessent citou a atuação dos EUA para apoiar o presidente argentino Javier Milei e a cooperação com o governo venezuelano, além de mencionar que o diálogo entre os EUA e o Brasil, apesar de um início turbulento, está em andamento e é considerado promissor.

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