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Rapper Oruam acumula 66 violações da tornozeleira eletrônica

Bruno de Oliveira
Tempo: 2 min.

O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, enfrenta sérias consequências legais após acumular 66 violações da tornozeleira eletrônica desde 1º de novembro, incluindo 21 violações graves apenas neste ano. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro informa que a tornozeleira está desligada desde 1º de fevereiro, e a defesa do artista ainda não foi localizada para comentar o caso.

A juíza Tula Correa de Mello, da 3ª Vara Criminal, determinou a prisão de Oruam após o Superior Tribunal de Justiça revogar seu habeas corpus. A magistrada destacou que o rapper foi notificado da decisão e que seu passaporte foi apreendido, proibindo-o de deixar o país. A situação se agrava com o histórico de tentativas de impedir operações policiais, que resultaram em sua detenção em julho do ano passado.

As constantes violações das medidas cautelares impostas demonstram um desrespeito à autoridade judicial, conforme notou o ministro Joel Ilan Paciornik. Oruam, que já havia sido liberado sob condições específicas, agora enfrenta a possibilidade de prisão em decorrência de suas ações. O desdobramento desse caso poderá impactar não apenas sua carreira, mas também a percepção pública sobre a aplicação da lei para figuras públicas no Brasil.

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