No dia 23 de janeiro, a Polícia Federal realizou buscas no apartamento de Deivis Marcon Antunes, ex-presidente do Rioprevidência, localizado em Botafogo, Rio de Janeiro. Os agentes apreenderam quase R$ 7 mil em dinheiro, documentos e outros itens. Um dia após a operação, a PF retornou ao local para confiscar o sistema de vigilância do condomínio, gerando protestos entre os moradores, que ficaram sem segurança no prédio.
As investigações revelaram que documentos haviam sido removidos do apartamento e que provas digitais foram manipuladas. Além disso, dois carros de luxo pertencentes a Deivis foram transferidos para terceiros, levantando suspeitas sobre tentativas de ocultar bens e apagar rastros. A defesa do ex-presidente busca informações para se manifestar sobre as alegações.
Deivis foi preso em 3 de fevereiro ao retornar ao Brasil, após uma viagem de férias nos Estados Unidos. Ele foi detido na estrada, e sua prisão foi planejada estrategicamente pela Polícia Federal. O ex-presidente se encontra sob investigação, e os desdobramentos do caso podem impactar significativamente a reputação e a situação legal dele.

