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PF investiga Grupo Fictor por crimes financeiros e recuperação judicial

Sofia Castro
Tempo: 2 min.

A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o Grupo Fictor por crimes financeiros, incluindo gestão fraudulenta e emissão de títulos sem lastro. A medida foi formalizada em 4 de fevereiro de 2026, após a empresa solicitar recuperação judicial de R$ 4 bilhões, devido a dívidas acumuladas e indícios de irregularidades. O pedido ocorreu em um contexto de colapso financeiro, após a companhia tentar adquirir o Banco Master, cujo dono foi preso em novembro de 2025.

As investigações da PF focam em quatro crimes relacionados ao sistema financeiro, o que pode resultar em implicações significativas para a empresa e seus investidores. A alegação do Grupo Fictor de que a liquidação do Banco Master prejudicou sua reputação é central no debate. Além disso, a defesa do empresário envolvido critica a intervenção estatal, que, segundo eles, foi precipitada e causou uma crise de liquidez nas holdings do grupo.

Com a formalização do inquérito, a PF busca esclarecer como o Grupo Fictor se articulou em possíveis atividades ilícitas no mercado de capitais e quais danos foram causados a investidores. O resultado desta investigação poderá influenciar o futuro da empresa e a confiança do mercado financeiro, além de afetar milhares de correntistas que se veem envolvidos nesta crise.

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