O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, anunciou o fim de todos os treinamentos militares, bolsas de estudo e programas de certificação com a Universidade de Harvard. Essa medida, divulgada em uma declaração nas redes sociais, representa um novo passo da administração Trump em sua crítica à instituição, rotulando-a como ‘woke’. A decisão foi comunicada no dia 6 de fevereiro de 2026, em um contexto de crescente tensão entre o governo e as universidades de prestígio.
Ao encerrar essas parcerias, o Pentágono não apenas afeta a formação acadêmica de futuros líderes militares, mas também sinaliza uma mudança na relação entre o governo e as instituições educacionais. A caracterização de Harvard como ‘woke’ por parte de Hegseth reflete uma estratégia mais ampla da administração para se distanciar de ideologias que considera contrárias aos seus princípios. Essa ação pode gerar um debate público acirrado sobre o papel das universidades na formação de profissionais para o governo e as forças armadas.
Os desdobramentos dessa decisão podem ser significativos, tanto para a Universidade de Harvard quanto para outras instituições que mantêm laços com o governo federal. O fim dos programas de educação militar pode resultar em uma lacuna na formação especializada, enquanto as universidades podem enfrentar pressões adicionais para se alinhar com as expectativas do governo. Observadores e acadêmicos agora aguardam as possíveis reações e consequências dessa medida para o futuro da educação militar nos Estados Unidos.


