Nova York contabilizou 13 mortes relacionadas à hipotermia desde o final de janeiro, em um contexto de temperaturas abaixo de zero que perduraram por 11 dias consecutivos. O prefeito Zohran Mamadani informou que a hipotermia contribuiu para 13 das 16 fatalidades registradas, enquanto os outros casos foram atribuídos a overdoses. A cidade está enfrentando um frio intenso que tem afetado severamente a população mais vulnerável.
Além das mortes, Mamdani revelou que a cidade tem feito esforços significativos para proteger os sem-teto, disponibilizando centros de acolhimento de emergência e uma frota de veículos equipados com pessoal de saúde. Até o momento, mais de 930 pessoas foram encaminhadas para locais seguros, e 18 indivíduos foram realocados involuntariamente por representarem riscos para si ou para outros. Essas medidas visam mitigar os impactos da onda de frio sobre a população vulnerável.
As estatísticas indicam que as mortes por frio em Nova York aumentaram nos últimos anos, com registros variando entre nove e 27 por ano antes de saltar para 54 em 2022. O controlador financeiro da cidade, Mark Levine, afirmou que há

