Neil Gaiman nega acusações de assédio e fala em campanha difamatória

Thiago Martins
Tempo: 2 min.

Neil Gaiman, autor de obras como ‘American Gods’, se manifestou sobre as alegações de assédio sexual que enfrenta, classificando-as como “simplesmente falsas” e afirmando ser vítima de uma “campanha difamatória”. Este é o primeiro pronunciamento do autor, de 65 anos, após quase um ano de silêncio sobre o tema, que gerou grande repercussão nas mídias sociais e na imprensa. Gaiman expressou que as acusações foram “espalhadas e amplificadas” por pessoas mais interessadas em gerar indignação e obter cliques do que em buscar a verdade.

As alegações de abuso sexual e comportamentos coercitivos contra Gaiman foram inicialmente apresentadas em um podcast pela equipe da Tortoise Media, em julho de 2024. Desde então, a situação gerou um intenso debate sobre a responsabilidade das plataformas de mídia e a forma como as alegações são tratadas publicamente. O autor, conhecido por seu trabalho no gênero de fantasia, agora enfrenta o desafio de restaurar sua reputação em meio a uma onda de desinformação e especulação.

As implicações dessas alegações são significativas, não apenas para Gaiman, mas também para o setor editorial e a comunidade literária como um todo. A forma como as alegações de assédio são tratadas pode influenciar o modo como outras vítimas se sentem encorajadas ou desencorajadas a se manifestar. Assim, a situação continua a ser monitorada de perto, à medida que o autor busca se defender e esclarecer os fatos diante de sua audiência e dos críticos.

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