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Negociação de controle nuclear entre EUA e Rússia depende de acordo com a China

Camila Pires
Tempo: 2 min.

O presidente dos Estados Unidos anunciou que pretende buscar um acordo mais favorável em relação ao controle de armas nucleares com a Rússia, uma vez que um tratado atual se aproxima de seu término. A declaração foi feita em 5 de fevereiro de 2026, em um momento em que as relações entre as potências nucleares estão sob intenso escrutínio. Especialistas destacam que a busca por um novo acordo pode ser um processo demorado e complexo.

O fim do tratado vigente levanta preocupações sobre a possibilidade de uma nova corrida armamentista, especialmente com a crescente influência da China nesse cenário. Os analistas ressaltam que qualquer acordo que envolva a Rússia também deve considerar a posição da China, que tem expandido suas capacidades nucleares nos últimos anos. Isso torna a negociação ainda mais desafiadora, exigindo um equilíbrio delicado entre os interesses das três nações.

As implicações desse processo são significativas, não apenas para a segurança dos Estados Unidos e da Rússia, mas também para a estabilidade global. A falta de um acordo robusto pode resultar em um aumento das tensões geopolíticas e criar um ambiente menos seguro em relação a armas nucleares. Portanto, a comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos dessa situação e suas possíveis consequências futuras.

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