Mulher alega ser tratada como prostituta na casa de Jeffrey Epstein

Isabela Moraes
Tempo: 1 min.

Uma mulher não identificada, representada por seus advogados, alegou que foi tratada de forma degradante na residência do financista Jeffrey Epstein. Segundo a documentação jurídica, tanto Epstein quanto um empresário pediram à mulher que realizasse ‘atos sexuais’, caracterizando a situação como um tratamento análogo ao de uma prostituta.

O caso, que ganhou destaque em 2 de abril de 2026, traz à tona questões sobre exploração e abuso, refletindo a controvérsia em torno das práticas de Epstein, que já foi acusado de diversos crimes relacionados à exploração sexual. Os advogados da mulher buscam justiça e responsabilização, enquanto a sociedade observa de perto o desdobramento do processo.

As implicações desse caso podem ser significativas, não apenas para a mulher envolvida, mas também para a discussão mais ampla sobre o tratamento de vítimas de abuso sexual. Além disso, a situação levanta questões sobre a cultura de impunidade que muitas vezes envolve figuras de poder e riqueza, o que pode estimular novas investigações e mudanças legislativas.

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