O ministro do Esporte da Ucrânia manifestou indignação em relação a Gianni Infantino, presidente da FIFA, após este sugerir que a entidade poderia rever a proibição imposta à Rússia. A declaração, feita no início de fevereiro de 2026, foi rotulada como ‘irresponsável’ e ‘infantil’, refletindo a frustração ucraniana com a postura da FIFA em relação ao país invasor.
As tensões entre a Ucrânia e a Rússia permanecem elevadas, especialmente no campo esportivo, onde a presença russa em competições internacionais continua a ser um ponto de discórdia. O ministro ucraniano enfatizou que a consideração de Infantino não apenas ignora a realidade da guerra, mas também desrespeita as vítimas do conflito. Essa situação levanta questões sobre a ética no esporte e a responsabilidade das organizações internacionais em tempos de crise.
A resposta da FIFA e sua eventual decisão sobre a questão da Rússia podem ter repercussões significativas não apenas para o futebol, mas para a imagem da entidade em um cenário global. A pressão sobre a FIFA para manter a proibição da Rússia pode aumentar, especialmente à luz das críticas recebidas. O desdobramento dessa situação pode influenciar futuras políticas relacionadas a conflitos e participação esportiva internacional.

