O ministro Marco Buzzi, afastado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em razão de uma denúncia de assédio sexual, continuará a receber seu salário, que é de 44 mil reais mensais. Apesar disso, ele está proibido de utilizar seu gabinete, veículo oficial e outros benefícios relacionados ao cargo.
A decisão sobre o afastamento foi deliberada durante uma sessão extraordinária do STJ, ocorrida na manhã desta terça-feira, e faz parte de uma sindicância destinada a investigar a denúncia de assédio. Os ministros definiram que o resultado dessa apuração será apresentado ao plenário do STJ no dia 10 de março.
Vale destacar que, antes do seu afastamento, Buzzi já havia solicitado uma licença médica de 90 dias, respaldada por um atestado emitido por um psiquiatra, o que adiciona mais um elemento à complexidade do caso. A situação reflete os desafios enfrentados por instituições públicas ao lidar com alegações de assédio em posições de alta responsabilidade.

