A advogada americana Lisa Bloom aborda a luta pelas vítimas de Jeffrey Epstein, destacando a falta de empatia demonstrada por figuras proeminentes como o ex-príncipe Andrew e Peter Mandelson durante suas tentativas de recuperação de imagem. Em uma entrevista, ela expressa que teria aconselhado esses indivíduos a ouvirem as histórias das vítimas antes de suas aparições na mídia, visando uma compreensão mais profunda do sofrimento enfrentado por elas.
Bloom menciona que, mesmo após 40 anos de experiência legal, não estava totalmente preparada para os desafios apresentados pelos arquivos de Epstein. Ela critica a falta de sensibilidade e compaixão de alguns poderosos, afirmando que é difícil ensinar empatia a quem não a possui. A advogada sugere que assistindo a documentários sobre as vítimas, essas figuras poderiam se tornar mais conscientes das realidades que enfrentam.
As declarações de Bloom ressaltam a necessidade de maior responsabilidade entre figuras públicas em casos de abuso e exploração. Sua crítica à falta de compaixão é um chamado à ação para que mais pessoas se envolvam na luta pela justiça das vítimas. O impacto de suas observações pode incentivar uma reflexão mais profunda sobre a forma como a sociedade lida com as vozes daqueles que sofreram injustamente.

