A jornalista Karen Hao, em seu recente livro, classifica as empresas de inteligência artificial como novos impérios, evidenciando a falta de um plano de negócios robusto que possa sustentar seu valor. Em uma entrevista à BBC, Hao discute as implicações desse cenário, ressaltando a ausência de substância real em muitas dessas empresas, o que levanta questões sobre a sua viabilidade a longo prazo.
Apesar das críticas, a jornalista demonstra otimismo em relação ao futuro da tecnologia, apontando que a inteligência artificial possui um potencial significativo de transformação em diversos setores. Ela argumenta que, embora as empresas enfrentem desafios, a inovação contínua pode levar a novas oportunidades que ainda não foram exploradas. Essa dicotomia entre crítica e esperança reflete um debate mais amplo sobre o papel da IA na sociedade contemporânea.
As observações de Hao levantam importantes questões para investidores e reguladores sobre a sustentabilidade do mercado de IA. À medida que a tecnologia evolui, o entendimento das suas implicações econômicas e sociais se torna cada vez mais crucial. O futuro das empresas de inteligência artificial, portanto, dependerá não apenas de inovações tecnológicas, mas também da criação de estruturas que assegurem sua solidez e relevância.

