Na última sexta-feira, durante a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Inverno em Milão, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, foi recebido com vaias e gritos de desaprovação por parte do público presente. Embora a rede NBC tenha cortado essa recepção hostil na sua transmissão, a reação foi capturada pela emissora canadense CBC, que exibiu o momento ao vivo. A velocidade da patinadora Erin Jackson, que liderou a equipe dos EUA na entrada ao estádio San Siro, contrastou com a recepção negativa a Vance e sua esposa, Usha.
A cobertura da CBC destacou a hostilidade direcionada ao vice-presidente, com um comentarista notando a quantidade de vaias e assobios que ele recebeu. Essa disparidade nas transmissões levanta preocupações sobre como a mídia pode moldar a percepção pública, especialmente em eventos tão significativos como as Olimpíadas. O contraste entre a recepção calorosa a Jackson e a rejeição a Vance ilustra a divisão política atual nos Estados Unidos.
As implicações desse incidente podem reverberar na imagem pública de Vance e na percepção de sua administração. A recepção negativa em um evento global pode impactar sua popularidade e a aceitação de suas políticas. À medida que as Olimpíadas se desenrolam, a atenção sobre a figura do vice-presidente pode aumentar, gerando discussões sobre a relação entre política e esportes em um cenário internacional.


