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Jato particular de amigo de Trump usado para deportar palestinos à Cisjordânia

Patricia Nascimento
Tempo: 2 min.

No dia 21 de janeiro, oito homens palestinos foram deixados em um ponto de controle na Cisjordânia após serem deportados de um jato particular. O voo partiu do Arizona e foi operado por uma aeronave pertencente a um empresário associado à família do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Os deportados foram encontrados desorientados e vestidos com trajes de prisão, carregando apenas algumas posses em sacolas plásticas.

O empresário, Gil Dezer, conhecido por sua amizade com Trump, tem sido criticado pelo uso de seu jato em situações que envolvem direitos humanos. Este incidente, em que os palestinos foram transportados algemados em assentos de couro luxuosos, destaca a complexa interseção entre negócios, política e direitos humanos no contexto da deportação. O tratamento dispensado aos deportados levanta questões sobre as práticas de imigração dos Estados Unidos e a colaboração com as autoridades israelenses.

As implicações desse caso são profundas, pois expõem as tensões existentes entre a política de imigração americana e as práticas de deportação em áreas de conflito. Este episódio pode provocar um debate mais amplo sobre o uso de aeronaves privadas em operações governamentais, além de chamar a atenção para a situação dos palestinos em relação às políticas de imigração e deportação. A repercussão desse incidente pode influenciar as relações entre os EUA e o Oriente Médio nos próximos meses.

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