O membro de destaque do painel de justiça da Câmara, Jamie Raskin, acusou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos de fazer ‘redações misteriosas’ em documentos relacionados a Jeffrey Epstein. Segundo Raskin, essas redações obscureceram os nomes dos abusadores, enquanto as identidades das vítimas foram tornadas públicas. A crítica foi feita após Raskin revisar os arquivos não redigidos em uma instalação governamental em Washington, D.C., no primeiro dia em que estavam disponíveis para os legisladores.
Durante sua análise, Raskin expressou preocupações sobre a transparência do processo e a necessidade de responsabilização em casos de abuso sexual. Ele ressaltou que a ocultação de informações críticas pode prejudicar a confiança do público nas instituições de justiça e nas investigações em andamento. A situação é especialmente delicada, dado o histórico de Epstein e as implicações que suas ações têm para muitas vítimas.
A acusação de Raskin intensificou o debate sobre como o Departamento de Justiça trata casos de abuso e sua responsabilidade em proteger as vítimas. As redactions misteriosas levantam questões sobre a eficácia das investigações e a proteção dos direitos das vítimas, o que poderá impactar a percepção pública sobre a justiça em casos semelhantes no futuro.

