Nos últimos anos, o mercado de trabalho passou por uma transformação significativa com a ascensão da inteligência artificial. Profissionais que antes eram considerados competentes agora enfrentam demissões, pois a IA é capaz de realizar tarefas de forma rápida e eficiente, ocupando o espaço da média e tornando a entrega padrão irrelevante.
A análise de um estudo da Scientific Reports revela que, embora a IA supere a maioria dos trabalhadores em criatividade, os 10% mais criativos da população ainda se destacam. Isso indica que a nova régua do mercado exige mais do que apenas cumprir processos, demandando inovação e singularidade dos profissionais para garantir sua empregabilidade.
Com essa mudança, o perfil dos trabalhadores demitidos também se alterou, incluindo executivos bem qualificados que não se destacam em um ambiente que valoriza a excepcionalidade. Assim, o futuro do trabalho pertence àqueles que conseguem se mostrar indispensáveis em um cenário automatizado, onde a mera adequação já não é suficiente.

