Infantino defende Prêmio da Paz a Trump e suspensão de veto à Rússia

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, se manifestou na segunda-feira, 2, a favor da concessão do Prêmio da Paz da Fifa ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Infantino justificou sua posição ao afirmar que Trump teve um papel significativo na resolução de conflitos e na preservação de vidas, citando ainda a opinião de uma ganhadora do prêmio Nobel da Paz. Além disso, ele propôs a suspensão do veto imposto à Rússia nas competições internacionais, alegando que a medida não gerou resultados positivos.

Durante suas declarações, Infantino também abordou a possibilidade de um boicote à Copa do Mundo de 2026, que será realizada no Canadá, Estados Unidos e México. Ele enfatizou que nunca houve apelos para um boicote ao país e que o futebol deve ser um meio de promover a união em tempos de divisão. O presidente da Fifa ainda pediu desculpas por comentários feitos sobre torcedores britânicos, que geraram controvérsia no Fórum Econômico Mundial.

Por fim, a defesa do Prêmio da Paz a Trump e a suspensão do veto à Rússia levantam questões sobre a ética nas decisões da Fifa, especialmente após uma queixa formal ao Comitê de Ética da entidade, acusando Infantino de violar o código ao apoiar Trump. A situação poderá impactar a imagem da Fifa e gerar discussões sobre a influência política no esporte. O futuro da entidade pode ser moldado por esses desdobramentos, à medida que a pressão sobre suas decisões aumenta.

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