Ryan Routh, de 59 anos, foi sentenciado a prisão perpétua nesta quarta-feira, 4, por tentar assassinar Donald Trump em setembro de 2024, enquanto o ex-presidente concorria a mais um mandato nos Estados Unidos. O ataque ocorreu no Trump International Golf Club, na Flórida, onde Routh aguardava com um rifle antes de ser interceptado por agentes do Serviço Secreto, que o prenderam após a tentativa frustrada.
Durante o julgamento, Routh se destacou por seu comportamento errático e por ter se declarado inocente, optando por se representar. Ele fez declarações desconexas, abordando temas diversos e desafiando Trump para uma partida de golfe. Os promotores argumentaram que a gravidade do crime e a falta de arrependimento do réu justificavam a sentença severa de prisão perpétua.
O incidente levanta questões sobre a segurança de figuras públicas e a crescente polarização política nos Estados Unidos. Com Routh deixando para trás uma lista de locais onde Trump poderia aparecer e um bilhete que revelava suas intenções, o caso destaca a necessidade de vigilância contínua em tempos de crescente violência política. Este foi o segundo atentado contra Trump em um ano, refletindo um clima de tensão na cena política americana.


