Ghislaine Maxwell, associada de Jeffrey Epstein condenada por tráfico sexual, solicitou clemência ao presidente Donald Trump, afirmando que estaria disposta a testemunhar e revelar informações que provassem a inocência dele. Durante uma audiência no Comitê de Supervisão da Câmara, Maxwell optou por não responder às perguntas, mas seus advogados alegaram que um perdão poderia incentivá-la a falar. A situação levanta questões sobre a relação de Trump com Epstein e a forma como as investigações estão sendo conduzidas.
Democratas do Comitê de Supervisão criticaram a solicitação de perdão de Maxwell, afirmando que isso compromete a investigação. Eles expressaram preocupação com a falta de cooperação de Maxwell, sugerindo que sua recusa em responder perguntas está dificultando a elucidação dos crimes cometidos por ela e Epstein. Sobreviventes do caso Epstein pediram que qualquer testemunho de Maxwell seja tratado com ceticismo, citando preocupações sobre sua credibilidade.
A possibilidade de Trump conceder clemência a Maxwell é um tema polêmico, especialmente em meio a uma investigação contínua sobre suas ligações com Epstein. Maxwell, que cumpre pena em um presídio de segurança mínima no Texas, continua a ser uma figura central nas discussões sobre justiça e a verdade por trás das alegações de tráfico sexual, gerando debates acalorados sobre o impacto político e social do caso.

