Gaslighting aumenta risco cardiovascular em mulheres, alerta estudo

Laura Ferreira
Tempo: 1 min.

Um estudo recente revela que o gaslighting, uma forma de violência psicológica, eleva significativamente o risco de doenças cardiovasculares entre mulheres. Essa prática, que envolve manipulação emocional, resulta em impactos severos na saúde mental e física, frequentemente levando a um subdiagnóstico de problemas cardíacos. No Brasil, o gaslighting é reconhecido como crime pela Lei nº 14.188/2021, destacando a importância da proteção às vítimas.

A pesquisa aponta que mulheres submetidas a situações de gaslighting têm 41% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares. Além disso, elas enfrentam o fenômeno do “gaslighting médico”, onde suas queixas são minimizadas por profissionais de saúde, o que pode atrasar diagnósticos críticos. Essa dinâmica não apenas agrava a saúde íntima das mulheres, mas também acentua a necessidade de um sistema de saúde mais atencioso e informado sobre as especificidades femininas.

A prevenção e o reconhecimento dos sintomas são essenciais para mitigar os riscos associados ao gaslighting. Especialistas recomendam que as mulheres documentem suas queixas e busquem segundas opiniões médicas quando necessário. A conscientização sobre essa questão e o fortalecimento das redes de apoio são fundamentais para garantir que a saúde das mulheres seja adequadamente monitorada e tratada.

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