Em 2025, os países do G7 – Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Canadá e Japão – ficaram significativamente atrás da China e de outras nações ao redor do mundo na expansão de energia eólica e solar, conforme aponta um relatório do Global Energy Monitor. A capacidade global em construção ou planejada chegou a 4.900 gigawatts (GW), um recorde histórico, com um aumento de 500 GW (11%) em relação a 2024.
A China lidera essa expansão, concentrando mais de 1.500 GW, o que equivale à soma das próximas seis maiores potências em energia renovável, incluindo Brasil, Austrália, Índia, Estados Unidos, Espanha e Filipinas. Em contraste, os países do G7 somam apenas 520 GW, representando cerca de 11% do total global, apesar de serem responsáveis por metade da riqueza mundial.
O relatório também destaca que a taxa de crescimento da energia renovável global desacelerou de 22% para 11% entre 2024 e 2025, com a expansão de projetos eólicos enfrentando barreiras políticas e leilões fracassados em diversas nações. A situação se torna crítica para o cumprimento das metas climáticas estabelecidas na COP28, que exigem um aumento significativo na capacidade de energia renovável até 2030.

