A nova temporada do futebol chinês se inicia sob um clima de incerteza, com 13 clubes penalizados. O Chengdu é o único entre os seis primeiros da Super Liga que começa a temporada com zero pontos. A situação se agrava com a proibição de Li Tie, ex-técnico da seleção, que cumpre uma longa pena por corrupção e está banido de qualquer atividade no esporte.
Recentemente, o encontro entre o primeiro-ministro britânico Keir Starmer e o presidente chinês Xi Jinping chamou a atenção, especialmente quando Xi mencionou seu apreço por clubes da Premier League. A revelação de que o presidente da China, a segunda maior economia do mundo, tem gosto por times como Manchester City e Arsenal, surpreendeu jornalistas presentes. Essa conexão inesperada entre a China e o futebol inglês destaca uma faceta do interesse esportivo que transcende fronteiras.
À medida que o futebol chinês enfrenta desafios administrativos e crises de reputação, a esperança reside nas seleções sub-23 e nos clubes provinciais, que buscam reviver o espírito do esporte no país. No entanto, a situação de corrupção e as penalizações levantam questões sobre o futuro do futebol na China e sua capacidade de se reerguer em meio a tais dificuldades.


