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Feminicídio no Rio expõe falhas em medidas de proteção a mulheres

Rafael Barbosa
Tempo: 1 min.

No Rio de Janeiro, uma mulher de 25 anos foi assassinada a tiros por seu ex-marido, apesar de ter uma medida protetiva em vigor. O crime ocorreu no bairro de Quintino, a poucos metros de seu local de trabalho, no mesmo dia em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto para o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio.

Amanda Loureiro da Silva Mendes foi abordada pelo agressor armado, que já tinha passagens por homicídio e violência doméstica. A investigação inicial revelou que o casal, que estava separado há quatro meses, teve um relacionamento marcado por perseguições e descumprimento das ordens de proteção. O criminoso foi localizado pela polícia poucas horas após o ato, com imagens de câmeras de segurança ajudando na identificação da dinâmica do crime.

Esse caso trágico levanta questões sobre a eficácia das medidas protetivas e a segurança das mulheres no Brasil. O Pacto Nacional assinado pelo governo brasileiro busca articular ações entre os Três Poderes para prevenir a violência contra mulheres, um desafio que se torna mais evidente com tragédias como essa, que refletem a necessidade de estratégias mais eficazes e abrangentes no combate ao feminicídio.

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