Nigel Farage, líder do partido Reform, foi acusado de emitir um ‘não pedido de desculpas’ por um ex-colega da Dulwich College, que o denunciou por comportamentos racistas e antissemitas. Durante uma entrevista à BBC, Farage afirmou que se sentia ‘desculpado’ se realmente havia ferido alguém, mas essa declaração foi considerada insatisfatória por seu crítico. Este é o primeiro momento em que ele parece demonstrar qualquer tipo de arrependimento desde que as alegações vieram à tona após uma investigação do Guardian.
A controvérsia se intensificou após a publicação do relatório que destacou o comportamento de Farage durante seus anos na escola particular em Londres. O ex-colega, o cineasta Peter Ettedgui, afirmou que a declaração do líder do Reform não aborda adequadamente as alegações de racismo e antisemitismo. A resposta de Farage foi vista como uma tentativa de contornar a gravidade das acusações, levantando questões sobre a forma como figuras públicas lidam com alegações de discriminação.
As implicações desse episódio podem ser significativas para a carreira política de Farage e para o partido Reform, especialmente em um clima político cada vez mais sensível a questões de discriminação e racismo. O futuro de Farage pode depender de como ele e seu partido respondem a essas alegações, bem como da percepção do público acerca de suas declarações. Esse caso também destaca a necessidade de um diálogo mais profundo sobre comportamento e responsabilidade entre figuras públicas e suas ações passadas.


