Uma pesquisa conduzida pela KPMG aponta que 53% dos executivos de grandes empresas adotam uma postura cautelosa em relação à implementação da inteligência artificial. Essa reticência se deve à espera por maior clareza nas regulamentações que envolvem a tecnologia. Apesar disso, metade dos entrevistados já reconhece que a IA tem um potencial transformador significativo para os negócios.
A pesquisa revela que, mesmo entre aqueles que acreditam nas vantagens da inteligência artificial, a prioridade continua sendo a preparação das equipes e a definição de normas claras. A falta de diretrizes adequadas faz com que muitos líderes empresariais hesitem em integrar completamente a IA em suas operações. Essa abordagem conservadora pode impactar a competitividade das empresas no cenário global, onde a inovação tecnológica avança rapidamente.
Com a crescente pressão por regulamentações mais definidas, o futuro da adoção da inteligência artificial nas empresas dependerá de como os órgãos reguladores responderão a essas demandas. A expectativa é que, com uma regulamentação mais clara, as empresas se sintam mais seguras para investir e implementar a tecnologia. Isso poderá não apenas acelerar a transformação digital, mas também garantir que a adoção da IA ocorra de maneira ética e responsável.

