Deivis Marcon Antunes, que ocupou a presidência do Rioprevidência, foi detido após prestar depoimento à Polícia Federal no Rio de Janeiro. A operação, realizada em 4 de fevereiro de 2026, também resultou na prisão de dois gêmeos, que são investigados por supostos envolvimentos em atividades ilícitas ligadas ao órgão. A ação policial visa aprofundar as investigações sobre fraudes que podem ter prejudicado os cofres públicos.
As investigações se concentram em denúncias de corrupção e irregularidades na gestão do Rioprevidência, que administra os recursos da previdência dos servidores do estado do Rio de Janeiro. A prisão de Antunes e dos gêmeos é um desdobramento significativo, pois as autoridades esperam que os depoimentos ajudem a revelar a extensão das fraudes e a identificar outros possíveis envolvidos no esquema. A operação reflete um esforço maior para combater a corrupção no estado.
As consequências dessa operação podem ser amplas, já que a investigação pode levar a novas prisões e à revisão de procedimentos dentro do Rioprevidência. A sociedade civil e os órgãos de controle estão atentos ao desfecho desse caso, que ressalta a importância da transparência e da responsabilidade na administração pública. O desenvolvimento das investigações será crucial para restaurar a confiança da população nas instituições governamentais.


