Na terça-feira, 3, Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da Rioprevidência, foi detido ao chegar de uma viagem aos Estados Unidos. A prisão ocorreu em Itatiaia, São Paulo, e foi justificada pela Justiça Federal do Rio de Janeiro, que apontou indícios de que ele estaria obstruindo investigações sobre o caso do Banco Master, no qual a Rioprevidência investiu 970 milhões de reais durante sua gestão.
As investigações do Banco Master também resultaram em um novo inquérito na Polícia Federal, que apura supostas fraudes na gestão do Banco de Brasília (BRB). O BRB, que tentou adquirir o Banco Master, enfrentou bloqueios do Banco Central, e sua situação se complicou com o afastamento do presidente Paulo Henrique Costa, durante a mesma operação que levou à prisão de outros envolvidos no caso.
Este desdobramento pode impactar significativamente as investigações em andamento, revelando possíveis ligações entre os casos e a gestão pública. A situação exige atenção contínua, especialmente considerando as repercussões legais que podem afetar outros envolvidos, inclusive ex-integrantes do governo e instituições financeiras.

