Mark Francis Ford, um ex-padre de 64 anos, foi indiciado por um grande júri em Nova Orleans sob acusações de estupro de uma criança com deficiência. O indiciamento ocorreu no dia 2 de fevereiro de 2026, quase cinco meses após sua prisão em Indiana, onde permanece sem fiança. As acusações incluem estupro agravado, além de múltiplos crimes relacionados a comportamentos indecentes com menores e sequestro.
Durante sua atuação como sacerdote da Igreja Católica Romana em Nova Orleans, Ford teria encontrado a vítima, um menino com deficiência. As autoridades alegam que ele aproveitou-se da vulnerabilidade da criança para cometer os crimes. O caso tem gerado repercussão significativa, destacando a necessidade de uma resposta contundente às alegações de abuso dentro de instituições religiosas.
As implicações deste caso são profundas, não apenas para a vítima e sua família, mas também para a comunidade religiosa e a confiança pública nas instituições. Com o indiciamento formal, espera-se que o processo judicial avance rapidamente, buscando justiça para a vítima e responsabilização do acusado. Este incidente ressalta a importância de discutir e abordar o abuso de poder em contextos religiosos e a proteção de indivíduos vulneráveis.


