Em 6 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos pediram a abertura de negociações com a Rússia e a China para discutir novos limites para armas nucleares, após a expiração do tratado Novo START. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, enfatizou que o controle de armas não pode ser uma questão apenas entre EUA e Rússia, sugerindo que outros países com arsenais nucleares devem ser incluídos nas discussões.
A expiração do Novo START, que limitava o número de ogivas nucleares para 1.550 por país, levanta preocupações sobre uma possível corrida armamentista global. O subsecretário de Estado, Thomas DiNanno, criticou o tratado anterior, apontando falhas que exigem uma nova estrutura de controle de armas que considere as ameaças atuais. A China, por sua vez, já se manifestou contra participar das negociações neste momento, alegando que suas capacidades nucleares são inferiores às de EUA e Rússia.
Com a crescente tensão e a expansão dos arsenais nucleares, especialmente da China, o apelo dos EUA para uma nova negociação pode ser um passo crucial para a estabilidade internacional. As reações de Rússia e China a essas propostas determinarão o futuro do controle de armas nucleares e a segurança estratégica global. A necessidade de um diálogo inclusivo, que aborde as preocupações de todos os países nucleares, é mais urgente do que nunca.

